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Transição dos modelos corporativos

 
Hoje esse texto vai dedicado a uma profissional de uma importante e grande empresa multinacional que solicitou o discurso sobrea atual transição dos modelos corporativos.

Esse assunto para que fique claro a todos não são desafiadoras apenas por empresas de médio e pequeno porte, muito ao contrário, empresas de grande porte também sofrem com essa transição, sabem por que? Porque como todas as empresas elas são feitas de pessoas e pessoas em muitas das ocasiões sofrem por mudanças, sofrem com a saída da zona de conforto. Se pensarmos em pequenas e médias empresas ao contrário do que imaginamos esse assunto pode ser mais fácil de digerir justamente por contemplar um número menor de pessoas na qual um trabalho com foco já é o suficiente para ajustar procedimentos e comportamentos em prol de um resultado positivo. Agora pense, empresas de grande porte, multinacionais que não somente tem um número maior de pessoas, mas que tem uma diversidade de culturas e regiões com maior proporção que são responsáveis por essas mudanças. Nessa situação fica muito mais complicado, precisa de muito mais investimento em pessoas, investimento em mudanças de processos e mudanças comportamentais.

Em épocas não muito distantes, os modelos de atuação das empresas eram baseados em repasse de orientações e processos feitos pelos líderes - formato hierárquico. Hoje falamos em atuação muito mais participativo entre líderes e liderados, o modelo ficando cada vez mais horizontal. Cada qual começa a ter responsabilidade pelas ações e resultados. Com isso o profissional deixa de ser visto por hora trabalhada, mas sim pelos resultados trazidos pela empresa, não importa o tempo, o que importa é o quanto você produz, pensando nesse modelo precisamos obter uma mudança comportamental enorme em nossas visões, pense líderes que há anos atuam no modelo de controle de horário, bater cartão e hoje precisam liderar funcionários e/ou parceiros que não tem horário de trabalho, em muitos ambientes existem conflitos devido essa discrepância de visão.

O importante é saber que sim os modelos mudaram e precisamos nos ajustar. Antigamente a presença na empresa era fundamental para controle das atividades, hoje a atuação home office (trabalho em casa) está tomando cada vez mais força por inúmeros motivos, diminuição de stress no deslocamento, maior produtividade devido ao foco que se tem sem muitos funcionários para desfocar com assuntos da empresa, diminuição de custo para as corporações como por exemplo locação de espaço, mobília, custos de energia e telefone entre outros. E o papel do líder, esse mudou absurdamente, o que antes era modelo de chefia, imposição hierárquica, hoje a nova geração não escuta mais esse modelo, hoje você líder tem que ter o papel de se comprometer tanto quanto seus liderados, hoje os liderados atendem ao estímulo através de exemplos e não de imposição, não depende mais de quantos certificados você tem ou quanto tempo de empresa atua, mas sim o quanto você se dedica na pratica e demonstra com exemplos aos seus liderados. O modelo atual o líder não manda o líder demonstra.

Mas como conseguir me ajustar perante a tantas mudanças? Até porque se não se ajustar e tirar o melhor proveito dessas mudanças com foco em resultados a possibilidade de ficar fora do mercado é muito grande. Outro ponto importante que vejo muito no dia a dia é a visão correta dos líderes que compreendem essa transição, mas que por algum motivo não conseguem aplicar na prática, teoria sem pratica não gera resultados, gera apenas um marketing de curto prazo sobre suas percepções. Uma sugestão para que essa mudança ocorra de forma sustentável é a busca de mentoria, seja através de profissionais que se destacam nesse modelo de pensamento para que possam absorver o conteúdo e aplicar na prática ou na busca de profissionais que obtém um conhecimento de mudança de mindset para atuar de forma específica e direcionada sobre seus objetivos. A busca do processo de coaching é uma opção interessante, pois o profissional desenvolverá de forma personalizada e assertiva essa transição com foco em resultados a curto prazo. Afinal quem tem tempo a perder?

 

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